Rede Paolinelli
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Rede Paolinelli  reúne instituições do mundo acadêmico e do agronegócio com o propósito de coordenar a indicação do ex-Ministro da Agricultura Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz e estimular o engajamento de lideranças da sociedade – no Brasil e no exterior — em torno de sua nomeação.
Paolinelli foi o líder da revolução agrícola tropical sustentável que transformou o Brasil em potência agroalimentar global e trouxe novos horizontes para a segurança alimentar mundial e o desenvolvimento sustentável de países do cinturão tropical.

Para desenvolver suas ações, a Rede organizou-se em quatro grupos gestores:

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Conselho Coordenador

O órgão máximo de gestão, presidido pelo ex-Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e composto pelas instituições que participam da Rede.

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Comitê Executivo

Responsável pela gestão integrada das ações da Rede. Também presidido por Roberto Rodrigues e formado por sete membros.

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Comitê Acadêmico

Faz o relacionamento com a Academia, no Brasil. Coordenado por Evaldo Vilela, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

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Comitê Internacional

Atua perante entidades e universidades do exterior. Coordenado por Manuel Otero, diretor geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Nobel da Paz

O Prêmio Nobel da Paz é outorgado pelo Comitê Norueguês do Nobel (The Norwegian Nobel Committee), responsável pelas normas de indicação, pela seleção dos candidatos elegíveis e pela escolha dos ganhadores do Nobel da Paz. É o único Nobel cujo desenrolar acontece fora da Suécia, onde a premiação foi criada.

O Prêmio é concedido em Oslo, capital da Noruega, e o seu Comitê é composto por cinco membros nomeados pelo parlamento norueguês. Nos últimos anos, o número de candidatos tem superado o patamar de 300/ano. As indicações são feitas até 31 de janeiro e as deliberações para escolha do ganhador se desenvolvem por vários meses, até outubro de cada ano.

Quem pode apoiar

Vários segmentos de instituições internacionais, governança de países e Academia podem apoiar indicações ao Prêmio. Entre eles destacam-se:

Reitores e diretores de universidades, diretores de institutos de pesquisa pela paz e de institutos de política externa;

Professores de universidades, professores eméritos e professores associados de história, ciências sociais, direito, filosofia, teologia e religião;

Integrantes de assembleias nacionais e de governos nacionais (membros de gabinete e ministros).

Instituto Norueguês Nobel, em Oslo, sede do Comitê Norueguês do Nobel da Paz.

Um pouquinho de história

O primeiro Prêmio Nobel da Paz foi concedido em 1901 ao suíço Henry Dunant, por ter fundado o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, e ao francês Frédéric Passy, como organizador do primeiro Congresso Universal da Paz. A premiação mais recente contemplou o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, em 2020.

Até hoje, foram 132 premiações, entre indivíduos (107) e instituições (25). Entre as pessoas premiadas, os homens representaram 84,1% e as mulheres 15,9%. Linus Pauling, ganhador no Nobel da Paz de 1962 (por sua campanha contra testes nucleares), foi a única pessoa a ter vencido o Nobel duas vezes, pois vencera o Nobel de Química de 1954.

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